Existem evidências de que a doença do refluxo gastroesofágico “é uma condição que perdura por toda a vida” (GUIMARÃES, et. al., 2006).
O tratamento da doença do refluxo gastroesofágico visa a melhoria da qualidade de vida nos primeiros anos de vida e apresenta potencial impacto positivo na vida adulta, se analisar que algumas complicações do refluxo gastroesofágico estão associadas à duração da doença.
“O Consenso de Montreal classificou a doença do refluxo gastroesofágico, tendo suas manifestações sido caracterizadas como síndromes esofágicas e extra-esofágicas” (GUIMARÃES, et. al., 2006).
Segundo MINCIS (2008, p. 115 - 117) os objetivos do tratamento são:
Aliviar os sintomas, cicatrizar as lesões, prevenir recidivas e complicações, que poderiam ser alcançados aumentando a pressão basal do Esfíncter inferior esofágico (EIE), acelerando o esvaziamento gástrico, melhorando a função motora, aumentando a salivação e diminuindo o potencial tóxico do refluxado.
As síndromes esofágicas foram divididas em síndromes sintomáticas e síndromes com lesões esofágicas; as síndromes extra-esofágicas foram divididas em associações estabelecidas e associações propostas. “O emprego de uma classificação da doença do refluxo gastroesofágico baseada nessas situações racionaliza a abordagem farmacológica, pois, em alguns momentos, a conduta inicial não exige precisão diagnóstica, principalmente quando se considera a relação custo/risco/benefício”. (GUIMARÃES, et. al., 2006).
Quanto ao tratamento clinico de ordem geral e comportamental são:
Ø Elevar a cabeceira da cama em cerca de 15 cm, com blocos de madeira ou tijolos;
Ø Reduzir o peso, em obesos;
Ø Evitar deitar logo após as refeições principais, pois a posição de decúbito nessa ocasião favorece muito refluxo gastroesofágico;
Ø Se ocorrer, preferir o decúbito lateral esquerdo;
Ø Evitar situações que aumentam a pressão intra – abdominal ou intragástrica;
Ø Alimentos que diminuem a pressão do EIE (chocolate, gordura, carminativos) ou atuam como irritantes sobre a mucosa esofagiana (sucos cítricos, tomate e seus derivados e, segundo alguns autores, café);
Ø Álcool e fumo;
Ø Medicamentos que reduzem a pressão do EIE ou atuam como irritantes diretos da mucosa do esôfago, já mencionados.
Embora na prática recomendem todas essas medidas, “estudos controlados recentes recomendam apenas elevar a cabeceira da cama, decúbito lateral esquerdo e perda de peso” (DDW, 2007 apud MINCIS, 2008, p.117).
O tratamento cirúrgico deve ser considerado naqueles pacientes cuja sintomatologia persiste, apesar do tratamento medicamentoso, especialmente os portadores de esofagite grave refratária ao tratamento clínico com doses maiores de inibidores de bomba de próton, os pacientes com quadros respiratórios graves e aspirações pulmonares, além daqueles que não toleram as drogas rotineiramente utilizadas para o tratamento da doença de refluxo gastroesofágico. “A fundoplicatura de Nissen é o procedimento cirúrgico mais utilizado, especialmente por videolaparoscopia” (CARVALHO, 2004).
De acordo com LARANJEIRA (2007) os estudos científicos têm demonstrado que adultos portadores de refluxo gastroesofágico podem iniciar seus sintomas durante a infância, e que a detecção e abordagem terapêutica precoces podem resultar em melhor qualidade de vida e diminuição das complicações.
Outros, porém, consideram incertos se o tratamento do refluxo durante a infância modifica a incidência e severidade dos sintomas.
O tratamento da doença do refluxo gastroesofágico visa a melhoria da qualidade de vida nos primeiros anos de vida e apresenta potencial impacto positivo na vida adulta, se analisar que algumas complicações do refluxo gastroesofágico estão associadas à duração da doença.
“O Consenso de Montreal classificou a doença do refluxo gastroesofágico, tendo suas manifestações sido caracterizadas como síndromes esofágicas e extra-esofágicas” (GUIMARÃES, et. al., 2006).
Segundo MINCIS (2008, p. 115 - 117) os objetivos do tratamento são:
Aliviar os sintomas, cicatrizar as lesões, prevenir recidivas e complicações, que poderiam ser alcançados aumentando a pressão basal do Esfíncter inferior esofágico (EIE), acelerando o esvaziamento gástrico, melhorando a função motora, aumentando a salivação e diminuindo o potencial tóxico do refluxado.
As síndromes esofágicas foram divididas em síndromes sintomáticas e síndromes com lesões esofágicas; as síndromes extra-esofágicas foram divididas em associações estabelecidas e associações propostas. “O emprego de uma classificação da doença do refluxo gastroesofágico baseada nessas situações racionaliza a abordagem farmacológica, pois, em alguns momentos, a conduta inicial não exige precisão diagnóstica, principalmente quando se considera a relação custo/risco/benefício”. (GUIMARÃES, et. al., 2006).
Quanto ao tratamento clinico de ordem geral e comportamental são:
Ø Elevar a cabeceira da cama em cerca de 15 cm, com blocos de madeira ou tijolos;
Ø Reduzir o peso, em obesos;
Ø Evitar deitar logo após as refeições principais, pois a posição de decúbito nessa ocasião favorece muito refluxo gastroesofágico;
Ø Se ocorrer, preferir o decúbito lateral esquerdo;
Ø Evitar situações que aumentam a pressão intra – abdominal ou intragástrica;
Ø Alimentos que diminuem a pressão do EIE (chocolate, gordura, carminativos) ou atuam como irritantes sobre a mucosa esofagiana (sucos cítricos, tomate e seus derivados e, segundo alguns autores, café);
Ø Álcool e fumo;
Ø Medicamentos que reduzem a pressão do EIE ou atuam como irritantes diretos da mucosa do esôfago, já mencionados.
Embora na prática recomendem todas essas medidas, “estudos controlados recentes recomendam apenas elevar a cabeceira da cama, decúbito lateral esquerdo e perda de peso” (DDW, 2007 apud MINCIS, 2008, p.117).
O tratamento cirúrgico deve ser considerado naqueles pacientes cuja sintomatologia persiste, apesar do tratamento medicamentoso, especialmente os portadores de esofagite grave refratária ao tratamento clínico com doses maiores de inibidores de bomba de próton, os pacientes com quadros respiratórios graves e aspirações pulmonares, além daqueles que não toleram as drogas rotineiramente utilizadas para o tratamento da doença de refluxo gastroesofágico. “A fundoplicatura de Nissen é o procedimento cirúrgico mais utilizado, especialmente por videolaparoscopia” (CARVALHO, 2004).
De acordo com LARANJEIRA (2007) os estudos científicos têm demonstrado que adultos portadores de refluxo gastroesofágico podem iniciar seus sintomas durante a infância, e que a detecção e abordagem terapêutica precoces podem resultar em melhor qualidade de vida e diminuição das complicações.
Outros, porém, consideram incertos se o tratamento do refluxo durante a infância modifica a incidência e severidade dos sintomas.
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